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18/06/2012

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A Central de Operações da Policia Militar Registrou mais uma morte violenta em Mossoró. O crime aconteceu por volta 20 horas e 30 minutos no conjunto Wilson Rosado localizado as margens da Br 304 saida para Fortaleza. Idário Alves da Silva, "homem aranha", 56 anos, morador da rua Celso Rego, conjunto Wilson Rosado, foi atingido...



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chapa apresentada pelo prefeito será "puro-sangue"

Decididos os nomes que formarão a chapa da situação em Pau dos Ferros.
Na tarde do último sábado (16) uma reunião decidiu os nomes que disputarão as eleições de outubro em Pau dos Ferros. 
Será uma chapa “puro-sangue” assim como a da oposição. Os nomes escolhidos foram os de Fabrício Torquato, para prefeito e a vereadora Zélia Leite para vice. 
Ainda foram anunciados o nome de 16 nomes que disputarão vagas para a câmara municipal. 
A convenção ficou marcada para o próximo domingo, 24 às 16:00 horas no BNB clube.

VIA  FOLHA REGIONAL




Passados pouco mais de três anos da chacina que assustou o sertão paraibano, quatro acusados sentarão no banco dos réus. O julgamento será na cidade de Catolé do Rocha (PB) e terá como protagonistas três policiais militares que trabalhavam em Mossoró na época da chacina que vitimou três pessoas de uma mesma família. Os militares foram presos logo após o crime e ainda continuam recolhidos em uma unidade militar. Além deles, um quarto acusado também será julgado.
Os soldados Andriê Herculano de Oliveira, 33 anos, Ewerton Fernandes da Silva, “Bio”, 41, e Antônio Carlos Ferreira da Silva, “Carlão”, 40, continuam presos no Segundo Batalhão de Polícia Militar de Mossoró. Além deles, será julgado pela chacina o paraibano Erinaldo de Oliveira Pereira, “Mongoloide”. Os quatro sentarão no banco dos réus na próxima terça-feira, 19, em Catolé do Rocha. Há ainda um quinto acusado, que é o mototaxista mossoroense Alan Evangelista das Neves, 32. Ele foi preso meses após os demais e será julgado separadamente, ainda sem previsão definida.
Os cinco foram indiciados pela Polícia Civil e denunciados pelo Ministério Público Estadual de Catolé do Rocha pela morte de Veronaldo de Freitas Alves, que era conhecido como “Veronaldo Veras”, sua mãe, a dona-de-casa Ivani Veras de Freitas, e o caseiro da família, Francisco Luzinaldo da Silva. Eles foram executados com vários tiros de pistola e escopetas de calibre 12, na madrugada do dia 6 de março de 2009, em um sítio que fica localizado na zona rural de Brejo do Santos (PB), divisa com a cidade de Bom Sucesso (PB). A chacina só foi descoberta no dia seguinte pelos moradores.
A Polícia Civil elucidou o crime a partir da prisão de “Mongoloide”. Antes de ser executado, Veronado Veras ligou para um parente e disse que estava esperando a visita de Mongoloide e seu primo, que é o soldado Andriê. Os dois iriam à casa de Veronaldo para negociar uma arma, pertencente ao PM do RN. No dia seguinte, os três moradores da casa foram encontrados mortos, vítimas de inúmeros disparos de pistola e escopeta. 
PMs foram presos em Mossoró depois da chacina 
Os soldados Andriê Herculano de Oliveira, Ewerton Fernandes da Silva, “Bio”, e Antônio Carlos Ferreira da Silva, “Carlão”, foram presos em Mossoró, em ocasiões diferentes. O primeiro a ser colocado detrás das grades foi Andriê, cujas provas iniciais do envolvimento eram mais robustas.
Ele foi preso na manhã do dia 7, um dia após a descoberta da chacina no sertão paraibano. Andriê se apresentou para o trabalho no II BPM e foi comunicado que havia uma ordem de prisão da Justiça da PB.
Na casa dele, foram apreendidas balas de calibres 380 e 357, além de cartuchos para escopeta de calibre 12, uma pistola de calibre 380 com três carregadores, todos sem registro oficial, e uma coronha de espingarda de calibre 12. Os calibres eram idênticos aos das armas utilizadas na chacina.
Menos de uma semana depois, os soldados Bio e Carlão também foram presos, em Mossoró. O primeiro deles se apresentou no II BPM, enquanto o outro recebeu voz de prisão ao se apresentar para o serviço na Cadeia Pública Juiz Manoel Onofre de Sousa.
O trio foi encaminhado para o quartel do Comando-Geral da Polícia Militar, em Natal, onde ficou preso durante o período da investigação. Eles foram transferidos de volta para o II BPM e continuam presos, esperando o julgamento.
O último acusado a ser preso foi Alan Evangelista das Neves, localizado no interior do Ceará, durante uma abordagem feita por policiais rodoviários federais. Ele estava em uma motocicleta com placa adulterada e acabou preso.
A moto pertencia a um mototaxista que havia sido assassinado e foi encontrado sete dias depois, em abril de 2009.
Tanto ele quanto Erinaldo de Oliveira Pereira, “Mongoloide”, o primeiro a ser preso, continuam à disposição da Justiça, esperando o julgamento.
via Jornal De Fato
VIA  FOLHA REGIONAL















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